Genderqueer, por Fabiula Bortolozzo

Reproduzo trecho do artigo de Fabiula Bortolozzo falando sobre meu conto A Viagem:

Escrever sem usar gêneros e sem “take a walk on the wild side” da vida talvez seja uma das coisas mais difíceis que há, poucas escritoras (es) conseguem, ainda mais em narrativas curtas. Por isso, o conto A Viagem — de Diana Rocco — sempre me chamou muito a atenção. A personagem é uma garota — mas que parece não se identificar com nenhum gênero — que ao pegar um trem vazio acaba por adormecer e atravessar uma espécie de portal. Nesta outra dimensão, não existem gêneros definidos como os conhecemos aqui. O normal é a fluidez, é o quê e quem se deseja, é o amor que está por se fazer. E é aí que a garota descobre o que todos nós deveríamos ser, pessoas sexuais que não deveriam receber esta ou aquela classificação.
Um conto que acho que tem muitos horizontes a serem explorados, e que poderia, inclusive, tornar-se uma narrativa mais longa. Um conto com a cara do século XXII.

O artigo trata da questão Genderqueer e vale a pena ser lido na íntegra:

Genderqueer – Fabiula Bortolozzo

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